Mocinhos Bonitos

Na última quinta-feira dia 19 de fevereiro de 2015, foi dia de realizar as gravações para o curta que resgatará mais um sucesso da música brasileira, Isaura Garcia. Os atores em questão fizeram o coro das músicas “Mocinho Bonito” e “Namorados da Lua”, letras bem divertidas que fazem menção às características dos homens em quanto parceiros românticos.

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isaura garcia

    Isaura Garcia (26/02/1919 – 30/07/1993)

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Nasceu no bairro do Brás, em São Paulo, e aprendeu a cantar engarrafando vinho na loja da família. Com 13 anos foi ao programa A Hora da Peneira, da Rádio Cultura, mas foi eliminada. Um ano depois fez nova tentativa, na Record, cantando “Camisa Listrada” no programa de Otávio Gabus Mendes. Foi contratada pela emissora, e trabalhou em dupla com Vassourinha antes de entrar no rol de estrelas do rádio. Cantou em programas consagrados e em boates, lançando sucessos como “Mensagem” (Aldo Cabral/ Cícero Nunes) e “De Conversa em Conversa” (Lúcio Alves/ Haroldo Barbosa). Foi eleita, em 1953, Rainha do Rádio Paulista. Quatro anos mais tarde gravou o LP “Personalíssima”, apelido dado por Blota Jr. Foi casada com o pianista Walter Wanderley. Gravou vários discos dedicados a compositores: “Martinho da Vila e Dolores Duran na Voz de Isaura Garcia”, “Ary Barroso e Billy Blanco na Voz de Isaura Garcia”, “Chico Buarque e Noel Rosa na Voz de Isaura Garcia”. Em 1987 a gravadora Eldorado lançou “Isaura Garcia – Documento Inédito”, incluindo, entre outras, músicas de Dorival Caymmi e Roberto e Erasmo.

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Os “Mocinhos Bonitos” são Jefferson Mascarenhas, Gabriel Morgante, Rafael Grisoste e Marcelo Lima. Seguindo rigorosamente as orientações do diretor Dimas Oliveira Junior.

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Os atores Jefferson Mascarenhas e Gabriel Morgante que a pouco reviveram Francisco Alves e Mário Reis, no curta “Doutores em Samba”, que estreia em breve.

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Um bom trabalho só terá um excelente resultado se nele contiver uma excelente equipe e que neste caso sem dúvidas estava munida de talentosos atores e uma ótica experiente do diretor Dimas.

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Revivendo memórias

O diretor Dimas Oliveira Junior, está sob o comando de um projeto que objetiva reviver os momentos áureos de nossas personalidades, tornando possível revitalizar a história cultural brasileira, em sua maioria por meio dos grandes cantores e compositores, mas também atores do teatro e do cinema, das artes em geral.

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No dia 05 do mês seguinte, será feita uma amostra com o lançamento de 07 curtas, dentre eles, O Trio de Ouro, Emilinha Borba, Nelson Rodrigues, Rosina Pagan, Paulo Gracindo, Heloísa Helena e Elsie Houston, incluindo a reexibição de Francisco Alves.

No especial de Paulo Gracindo, Gabriel Morgante reviveu o ator e cantor Ruy Rey, com o seu sucesso “Cola no Corpo”, e ainda de quebra deu uma entrevista para o ilustre Paulo.

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Ruy Rey, logo no início de sua carreira em 1940, trabalhou na Rádio Tupi de São Paulo, mas logo em 1944 obteve expressividade e continuou seu trabalho na Rádio Nacional, no Rio de Janeiro. 

Com sua orquestra gravou 35 discos em 78 rpm além de diversos LPs. Até a década de 1970 se dedicou à carreira de ator, mas sem o mesmo auge de 1950.

Compare!

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O Trio de Ouro

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Nesta última sexta-feira, dia 10 de outubro, aconteceu na Oficina de Artes Rosina Pagan, com direção de Dimas Oliveira Junior e Produção/edição de Wagner Sampaio, a gravação do curta “O Trio de Ouro”, com foco na sua terceira formação. Neste os atores participantes representaram por sua vez os componentes do trio, Amanda Seroiska como Lourdinha Bittencourt, Philipe Hoffmann como Herivelto Martins, e Gabriel Morgante como Raul Sampaio.

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Idealizado por Dimas Oliveira Junior, tal projetos de curtas (com duração de 15 minutos) visam reviver o que há e deve ser considerado o mais precioso bem para nós brasileiros, a nossa rica cultura artística. Serão várias personalidades da música, do cinema, enfim, das artes cênicas que se tornaram imortais e poderão renascer na “pele” dos atores participantes. 

Realmente não tem preço!!! Reviver os imortais, pessoas brilhantes que jamais poderiam ser esquecidas devido a serem indivíduos excelentes na sua arte de prender a atenção de incontáveis brasileiros e até mesmo estrangeiros. Uma oportunidade única! Eu só tenho a agradecer, dei o meu melhor, agora estou ansioso em ver o resultado deste maravilhoso trabalho feito com muita dedicação e acima de tudo amor a profissão. (Gabriel Morgante)
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                Dimas Olivera Junior, o diretor

Resgatar a Memória Brasileira é um dever, uma obrigação dos artistas que funcionam como porta voz nesse grito de preservação de nossa história, de nossas raízes. Realizar um curta metragem, como é o caso de O Trio de Ouro, é uma tarefa encantada ! Resgatar ídolos do passado como Lourdinha Bittencourt, Herivelto Martins e Raul Sampaio, com suas vozes inesquecíveis, através de jovens talentos artísticos, é magia nessa volta ao tempo. A dedicação dos atores é fundamental para a realização 100% em trabalhos de reconstituição de época, e isso foi possível com a dedicação de Philipe Hoffmann, Amanda Seroiska e Gabriel Morgante, que me fizeram acreditar em competência, dedicação e talento . Parabéns equipe, e que venha O Trio de Ouro. (Dimas Oliveira Junior).

 

 

 

Homenagem a Francisco Alves

Na noite anterior, sob direção de Dimas Oliveira Junior, os atores Gabriel Morgante, Maria Motta, Jefferson Mascarenhas, Barbara Danieli e Roni Andrade, reproduziram em estúdio um dos ambientes mais nostálgicos e de sucesso da música brasileira, a Era do Rádio, interpretando um astro chamado Francisco Alves.

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Na ocasião os atores interpretaram o seu sucesso de carnaval “Adeus Mocidade”, acompanhem a letra da música.

Adeus, minha mocidade, adeus 

Passado que me deixou saudade 

Conservo ainda um amor nos sonhos meus 

Por isso eu digo adeus, ó mocidade! (adeus) 

A sorte sempre me favoreceu 

Não houve ninguém mais feliz do que eu 

Amei bastante, fui inconstante 

Por isso eu digo: Mocidade adeus!

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Assista na íntegra

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Francisco Alves foi o mais influente cantor brasileiro da primeira metade do século. De sua estréia sob uma lona de circo em 1918 até sua morte trágica em 1952, foram 34 anos de primeiro plano, de sucesso, de impressionante presença, arrastando em sua carreira inúmeros seguidores, quando não imitadores.